Trago um rebento.
Nas entranhas de minha alma.
Eu vim doendo, ardendo.
Perdida de um mundo longínquo...
Eu nada deixei, no meu mundo esquecido.
Ninguém viu o meu pranto,
Quando parti daquela terra.
Eu vim arrastando mágoas,
Sonhando esperanças.
Em meio à descrença, desiludida.
Entre lágrimas de sal, me reconstruí.
A esperança é o sonho dos loucos, dos poetas, dos inocentes!
Que felicidade!
Saber que há tanta loucura em mim!
No colo do acaso.
Esqueço-me de tudo.
Nas margens de um rio.
Contemplando a vitória de cada dia.
É mais uma página que vira.
Enquanto o vento leva as nuvens...
Há vida!
Um sopro latente.
Liberta e consciente!
Nos campos, no cais, por todos os cantos...
Agora as portas estão abertas!
Nas entranhas de minha alma.
Eu vim doendo, ardendo.
Perdida de um mundo longínquo...
Eu nada deixei, no meu mundo esquecido.
Ninguém viu o meu pranto,
Quando parti daquela terra.
Eu vim arrastando mágoas,
Sonhando esperanças.
Em meio à descrença, desiludida.
Entre lágrimas de sal, me reconstruí.
A esperança é o sonho dos loucos, dos poetas, dos inocentes!
Que felicidade!
Saber que há tanta loucura em mim!
No colo do acaso.
Esqueço-me de tudo.
Nas margens de um rio.
Contemplando a vitória de cada dia.
É mais uma página que vira.
Enquanto o vento leva as nuvens...
Há vida!
Um sopro latente.
Liberta e consciente!
Nos campos, no cais, por todos os cantos...
Agora as portas estão abertas!
Alba Simões
Link Recomendado: Viver é prioridade o resto é desejo e vontade!
Publicado em:
Fênix Mulheres que Renascem
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Publicado em:
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