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20/03/2013

A vida é o trem, não a estação

Transforme sua vida. Reescreva seu destino.

Num tom franco e extremamente pessoal, Paulo Coelho relata sua incrível jornada de auto descoberta. Como o pastor Santiago de seu grande sucesso O alquimista, o escritor vive uma grave crise de fé. À procura de um caminho de renovação e crescimento espiritual, ele resolve começar tudo de novo: viajar, experimentar, se reconectar às pessoas e ao mundo.
Ao embarcar para a África, depois para a Europa e, por fim, cruzar a Ásia pela ferrovia transiberiana, Paulo busca revitalizar sua energia e sua paixão. Mas nem pode imaginar que surpresa essa peregrinação lhe reserva.
Ele conhece Hilal, uma jovem e talentosa violinista, e descobre que ela foi sua grande paixão numa vida passada, mas que ele a traiu de maneira tão covarde que, mesmo 500 anos depois, isso o impede de ser feliz. Juntos, os dois se lançam numa viagem pelo tempo e o espaço, abrindo-se para o amor, o perdão e a coragem de enfrentar os desafios da vida.
Bonito e inspirador, Aleph é um convite à reflexão sobre o significado da nossa jornada pessoal: será que estamos onde queremos estar, fazendo o que desejamos fazer?
Aleph não deve ser apenas lido, mas vivido.
“Nossa vida é uma constante viagem, do nascimento à morte. A paisagem muda, as pessoas mudam, as necessidades se transformam, mas o trem segue adiante. A vida é o trem, não a estação.”
“A viagem não foi para encontrar a resposta que estava faltando na minha vida, mas para voltar a ser rei do meu mundo. Estou de novo conectado comigo e com o universo mágico à minha volta. É isto que faz a vida interessante: acreditar em tesouros e milagres.”
“Estou no Aleph, o ponto onde tudo está no mesmo lugar ao mesmo tempo. Estou em uma janela olhando para o mundo e seus lugares secretos, a poesia perdida no tempo e as palavras esquecidas no espaço.
Estou diante de portas que se abrem por uma fração de segundo e logo tornam a se fechar, mas que permitem desvelar o que está escondido atrás delas – os tesouros, as armadilhas, os caminhos não percorridos e as viagens jamais imaginadas.”

15/10/2011

Comboios Intactos Da Vida...


"...Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la..."
" (...) tenho muitos comboios intactos na minha vida. um deles é o meu coração. também só brincava com ele quando o mundo colocava os carris, e nem sempre era o momento certo." (...)
Extraído do livro Onze Minutos
Autor: Paulo Coelho