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06/10/2013

Aborto In Consagrados.

Aborto...
Dos desenganos e tormentos.
Pensamentos e lamentos.
Dos rituais in consagrados.
Da falta de cuidados com o amor
Aborto ao despudor das ironias das vidas vazias...
Quanto dói e sangra esta poesia.
Que não nasceu no seu coração petrificado.
É um carma?
Ou será uma manhã incógnita, onde uma palavra eternamente adormeceu...
Este é o meu aborto sem culpas...
É a minha Ode ao seu poema, que em mim morreu!
Alba Simões

04/03/2013

A Palavra Nua que te Beija

Renascida sobre as pontes desmistificadas,
trilho um caminho novo!
Um sorriso pra você, que me lê. 
É isso que lhe posso oferecer, sou renascida neste dia 
no alvorecer...
Acordei sem saber, porque aqui estava.
Talvez por causa do amor.
Se você me achar simplória ou ingênua, me deixe Ser.
Quando eu aprender falar de amor, que dizem os adultos, ser uma palavra tão  complexa,escreverei com leveza e intensidade!
Quando eu puder compreender o mundo, eu voltarei...
Verso solto e liberto!
Palavras sem vertigens.
Serei um poema compreendido, para além das estrelas...
Para você que me lê, transcenda!
Não sou a voz do poeta, sou a palavra nua que te beija!
Alba Simões

04/12/2012

Palavras Despidas

O meu sonho, navegante vai...
Dançarino, viajante e contente
como a nua expressão da minha alma.
Cavalga sobre todos os instantes...
E flutua rindo como um Pégaso.
Desmaia numa noite de eclipse,
e dança com a estrela ao meio-dia...
Sente a vida impetuosa e satisfeita,
na implacável verdade do sol.
O meu poema sussurra no abismo em silencio.
Desejo desta luz, a minha extrema profundidade!
Transcede o longínquo futuro, que nenhum poeta viu.
Vai para além destas palavras despidas.
Vai para além destas catedrais de parábolas e fantasias.
Vai para além do amor e da morte.
E perpetua-se neste palco inventado,
entre as cenas desta vida!!!
Alba Simões

20/06/2012

Sementes & Palavras

Sementes e Palavras

Escrevo teu nome nas veredas esquecidas.
Lembranças de outonos.
Jazigo das antigas flores,que ainda perfumam nos canteiros das ilusões.
Desenhos de casas com suas velhas varandas de sonhos e amores...
Papéis desfeitos no murmúrio das horas.
Estou entre as relíquias, relógios, restos...
Paira sobre todo impossível um gigante girassol,
anunciando a terra fértil de um  novo jardim.
Eu escrevo e planto, sementes e palavras.
Em cada semente o futuro e a glória dos sentimentos imortais.
Em cada palavra tudo se renova...
É preciso viver - enquanto escrevo, tudo germina.
Rebentos, pétalas, caule e espinhos.
Entre sementes e palavras, encontro o meu destino.


Alba Simões

03/03/2012

Revelação Das Palavras

Revela-se a palavra
Não pronunciada, emudecida, conduzida para a folha de papel...
Desnuda-se!
É apenas silêncio...
Um despertar de dor e paz.
Histórias, versos, poemas...
Atravessando o tempo,
Imortais palavras escritas...
A palavra não dita, celebra.
Vestida de véus de esperanças.
Sussurra o destino, imperceptível.
Aos ouvidos surdos, neste mundo vil de absurdos...
Apenas a tecla toca;
Alma de quem escreve e sente;
A palavra consente...
Cria olhos a palavra,
Suas mãos são gigantes,
Algumas palavras são mancas, outras tem asas
Têm palavras que adoçam, outras que amargam.
A palavra revela-se como a febre dos amantes...
E depois morre no inverno dos corações inocentes...
Alba Simões