O tempo é este corredor de cores
Entre palavras perdidas, pincelando velhos quadros,
reconstrói amores fugidios...
Esboça nesta tela sedenta, a cor do sangue!
Veste tudo que é vida com este desejo que não sabe o que quer, e também pode ser a morte.
Desconstrói o infinito, porque tem fome de estrelas, de templos e catedrais!
O tempo é um eco sem voz.
É memória, é história, é este exato instante.
É o traço, é o rebento e o rastro...
O tempo toca o tempo todo - Inexoravelmente!
Alba Simões

