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20/12/2011

Natal todo dia

Desejo que todos os dias sejam diferentes, porque a rotina não é um bom motivo para evolução da humanidade.
Desejo que possamos dar-nos mais, sem preconceitos, ou  a espera de retribuições, e que a nossa luz possa brilhar de dentro para 
< fora, cada dia mais e mais. E que este espírito de Natal seja compartilhado todos os momentos, ao menos nos próximos 365 dias do ano que se inicia... Assim poderemos juntos, esperar por um mundo mais justo, e quem sabe nos próximos tempos, brindarmos convictos que realmente evoluímos, construímos, amadurecemos. Em nossos valores, que andam escassos de  > verdade, amor e compaixão! Mais um ciclo se finda, nos concedendo a oportunidade da renovação e a consolidação dos nossos mais nobres sonhos, projetos e ideais. Que esta data seja realmente celebrada com o propósito de nos resgatar e fazer de cada um de nós o grande milagre da Vida.
Acredito que para isto, não seja obrigatoriamente necessário estar na agitada correria, para as compras e os presentes.
Porque verdadeiros amigos, só esperam de nós: Presença, Afeto, Carinho, Compreensão... Então não é impossível comemorar esta data, todos os dias de nossas vidas...
Basta estarmos dispostos a repensar nos ensinamentos que 
" Ele", o nosso grandioso aniversariante nos deixou... E que muito dispersamos nestes 2012 anos! Saúde, Paz e Feliz Natal a todos.
Hoje e Sempre!
Alba Simões

19/07/2011

Ai, que saudades da Amélia?

Comemora-se este ano o Centenário do Multimídia:


Advogado, Poeta, Autor, Compositor, Ator e Escritor.

Além das suas participações de destaques especiais nas telenovelas de grande audiência na TV brasileira.

É autor da música Amélia, em parceria com Ataulfo Alves.

Em tributo a este grande artista, uma pequena desconstrução de sua máxima obra musical intitulada: Amélia.

Que não me condenem os saudosistas:

Mais com todo respeito à Letra da  Música Original, que trata da mulher subalterna a sociedade e ao sexo oposto.
Uma reverência a desconstrução da mesma, pela cantora/compositora
Pitty em: Desconstruindo Amélia;
Que só poderia ser desconstruída e focada para tal versão, tratando-se de um clássico no cenário da nossa música considerando as grandes transformações e mudanças em nossa história social!

Ai que saudade da Amélia - Mário Lago
Nunca viu fazer tanta exigência
Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Nem vê que eu sou um pobre rapaz
Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo que você vê você quer
Ai, meu Deus, que saudade da Amélia
Aquilo sim é que era mulher
Às vezes passava fome ao meu lado
E achava bonito não ter o que comer
E quando me via contrariado
Dizia: Meu filho, que se há de fazer
Amélia não tinha a menor vaidade
Amélia é que era mulher de verdade

Porém estas "Amélias",  décadas depois são bem diferentes da protagonista da obra original de Mário Lago e Ataulfo Alves.
Será que ainda haverá alguma Amélia que resista às mudanças no decorrer do tempo?
Ou melhor, elas evoluíram ou foram obrigadas a mudar seus comportamentos, perante uma sociedade democrática que hoje as inclui no acirrado mercado de trabalho e possibilitando-as serem eleitas como Presidentas?
Se houver alguma discordância deste contraponto, assinem por aqui!
Mais deixo bem claro que todas estas "Amélias" têm seus respeitosos valores, logicamente cabíveis na época em que viveram!
Espero que gostem e opinem!

 
Texto:By Arte e Café 

21/04/2011

Dia mundial do livro e dos direitos de autor

No dia 23 de Abril  comemora-se o dia mundial do livro e dos direitos de autor.
Neste dia também é comemorado: Dia de São Jorge, do livro e da rosa na Catalunha.
No dia de São Jorge, uma rosa e um livro. Esta tradição, que combina o fato religioso, a rosa como símbolo do amor e o livro como símbolo da cultura, transformou o dia 23 de Abril na data mais comemorada, por todos os catalães. Como todas as tradições bem enraizadas, muitas vezes é seguida e vivida pelo povo sem que se conheça a sua origem. Por isso, fazemos aqui uma aproximação às origens desta tradição que todos os catalães, dentro e fora da Catalunha, compartilhamos e comemoramos todos os anos.
São Jorge: Dia do livro e da rosa
É muito difícil definir a data exata que marcou o início da tradição popular de oferecer rosas no dia de São Jorge. Deve ser muito antiga, já que, desde o século XV há constância da celebração da Feira das Rosas no dia de São Jorge. Esta mesma antiguidade traz a tentação de buscar uma relação entre uma tradição popular e o simbolismo do amor cortês que a rosa representa. Mais além das possíveis teorias que possam justificar a tradição, o mais importante é que se tenha mantido viva e seja um símbolo indiscutível da Catalunha. Em 1926 a Espanha instaurou o dia 23 de Abril como Dia do Livro pois esta data coincide com a morte de Cervantes, imitando a Inglaterra que já o celebrava no mesmo dia porque também coincide com a morte de Shakespeare. A celebração enraizou-se rapidamente em Barcelona e estendeu-se na Catalunha, mas o propósito oficial diluiu-se ao coincidir com o dia do Santo Padroeiro. Enquanto em outros lugares se mantinha de maneira muito escassa ou desaparecia, na Catalunha tornou-se um dos dias populares mais celebrados e ao mesmo tempo ajudou muito a potenciar a difusão e a venda do livro catalão. Assim, na Catalunha o 23 de Abril é o dia de São Jorge, da rosa e do livro: o dia do Santo Padroeiro, do amor e da cultura. É, decididamente, um dia de civismo, de cultura e de respeito entre todas as pessoas que vivem na Catalunha e, por extensão, todas as pessoas e todas as culturas do mundo.
23 de Abril: Dia mundial do livro e dos direitos de autor
A Conferência geral da UNESCO, reunida em Paris, considerando que o livro foi historicamente o instrumento mais potente de difusão dos conhecimentos, que todas as iniciativas para promover a difusão do livro são um fator de enriquecimento cultural, que uma das formas mais eficazes de promoção do livro é organizar todos os anos "O dia do livro", e constatando que esta fórmula ainda não fora adotada a nível internacional, em 15 de Novembro de 1995 proclamou o dia 23 de Abril "Dia mundial do livro e dos direitos de autor".
Texto elaborado por Pep Camps, da Unidade de Comunidades Catalãs do Exterior, da Generalitat de Catalunya. Março de 2003.
Edição do Texto: Alba Simões

24/03/2011

Dia Mundial do Teatro

 Comemora-se a 27 de março, o Dia Mundial do Teatro, uma arte que nasceu do rito, seja ele religioso, fúnebre, festivo, civil ou de guerra. Os povos primitivos por meio da dança costumavam exprimir seus estados emocionais e dramatizar situações, notadamente relacionadas com a luta do homem contra o destino, as forças da natureza, o sexo e a vingança.
Atribui-se a Téspis, no século VI A C, esta invenção genial que veio possibilitar o trânsito da primeira forma lírica e narrativa, para uma tentativa de representação dramática. Atribui-se a ele, também, a invenção de um carro que funcionava como um teatro portátil, e levava as representações às praças públicas. Em tais oportunidades, Téspis mascarava seus atores com unturas de borra de vinho, tornando-se também o precursor das famosas máscaras gregas. É dele, ainda, a introdução no coro, ( que era realmente o que constituía a parte representativa da antiga tragédia) de um ator que iria narrar as ações de um personagem ilustre, para desta forma, não parando a ação do teatro, permitir com que o coro obtivesse um breve descanso em seu contínuo trabalho. Sua obra foi também, a precursora da informação e do jornalismo, já que Téspis captava nas aldeias e cidades por onde passava, estórias e notícias daquela localidade e as transformava no texto que iria apresentar na aldeia ou cidade para onde estivesse se dirigindo. Tais informações chegaram até nós através de Horácio, em sua "Arte Poética", escrita cinco séculos após.
A arte no geral criou a conceituação de ser vanguarda e precursora das conquistas sociais e políticas das civilizações que se seguiram até nós. Não deve andar a reboque de nada e de ninguém. Deve ater-se aos fatos, narrar acontecimentos, procurar conscientizar a sociedade na busca de melhores caminhos que a conduzam ao que Bertold Brecht propôs em sua obra : o homem como parceiro do homem, na procura do bem comum, da paz e do progresso da humanidade. A arte que costuma incensar os governantes, que produz o chamado "besteirol", que não coloca a cabeça do espectador para pensar e raciocinar, é uma arte comprometida com o retrocesso, voltada unicamente para o lucro fácil das bilheterias, descompromissada com o futuro e inimiga do progresso dessa mesma humanidade.
Neste particular o teatro brasileiro, salvo raras exceções, nos dias que correm, está mais voltado para ser retaguarda, abdicando da sua missão de ser a vanguarda cultural e social. É bom que se diga que vivemos hoje, tempos difíceis, onde a censura econômica tomou o lugar da censura ideológica que vigorou nos tempos do regime militar, como a denunciar uma ditadura invisível travestida de conceitos democráticos. Porém, é sempre bom lembrar que a cultura brasileira, mais precisamente o teatro e a música popular, produziram nos anos de chumbo aquilo que conceituo como melhor período de nossa produção artística. Driblando a censura, optando por caminhos alegóricos, mas sempre denunciando a opressão e o cáos social, transformando o regime de então, na grande musa inspiradora. Celebramos neste 27 de março mais um Dia Mundial do Teatro, com as apreensões de sempre, mas, voltando a Téspis, o primeiro dramaturgo de que se tem notícia, a quem pertence a criação de um diálogo entre o coro e um ator que personificava Dionísios. Tal personagem, recebeu a denominação de "hipocrates", que significava, o respondedor. Tal diálogo, presenciado por Solon, o teria deixado perplexo a ponto de indagar Téspis, se não tinha vergonha de se fazer passar por outra pessoa, de mentir publicamente daquele modo. Em resposta, Téspis disse a Solon que não havia mal algum em suas palavras ou em sua conduta, porquanto tratava-se apenas de um jogo, ao que Solon respondeu : "Mas se aceitamos e aprovamos o jogo, terminamos por encontrá-lo transformado em realidade em nossos contratos." Com o tempo a palavra "hipocrates", deu lugar a um novo significado : hipócrita, fingido, mentiroso. Que no futuro, os criadores da cultura cênica de hoje, não venham a ser reconhecidos por tal terminologia, ao "aceitar docemente" as atuais regras do jogo. Sempre é tempo de pensar e mudar.
Autor:Cartos Pinto
Jornalista
Secretário Municipal de Cultura de Santos
27/03/2001
“Um povo que não ajuda ou não fomenta o seu teatro, se não está morto, está moribundo”
Frederico Garcia Lorca


03/04/2010

A Páscoa


Que apesar do tempo caótico em que vivemos, ainda possamos crer em novos dias. No renascimento da fraternidade, da paz e do amor que hoje estão quase dispensados em meio à tirania, da ganância e do poder, da corrupção desenfreada... De um mundo vil e descompromissado com o próximo, com a natureza, os animais, com os recursos naturais e a integridade cristã. Onde muitas crenças desabam sob as notícias, e o sistema impera nas desigualdades sociais... Enquanto alguns se embebedam nos seus cálices de cristal lambuzando os beiços de chocolates, muitos ainda esperam ao relento uma migalha de pão. Sim, não sou hipócrita no que escrevo se tivesse o triste dom da hipocrisia não necessitaria de uma linha sequer.
A Páscoa é a esperança que somente um "Ser Superior" a nós, pode despertar todos os anos, em todas as épocas. Para um estado de consciência, transformação e humanidade.
Portanto, não deposite sua fé apenas nos coelhos!

 Alba Simões